AVISO AOS NAVEGANTES… E ELEITORES

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Sobre política, religião e laicidade do Estado. Também direi meu voto para presidente e porquê. Não que minha opinião seja importante, mas vejo muita intolerância travestida, desconhecimento, mentiras e enganos, por isso, quero aproveitar o momento importante na história do Brasil e falar um pouco de como vejo o cenário político que nos cerca.

Verdade é que a maioria dos evangélicos precisa saber que Estado laico não é Estado evangélico, por outro lado, muitos que têm urticária com a simples menção da palavra religião também precisam saber que Estado laico não é Estado ateu.

Vamos dividir o artigo em:

  1. Laicofobia;
  2. Quem Edir Macedo apoia?
  3. Corrupção é o ato de ir se deteriorando;
  4. Casca de banana e rasteira;
  5. Isaac Newton e Juscelino Kubistchek;
  6. Igrejas pagando impostos e governo cuidando do povo.
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  1. Laicofobia

395033_169322086546972_999989582_nA Laicidade garante a não intervenção de qualquer religião e/ou filosofia no Estado, por outro lado, garante a não interferência do Estado nas religiões ou filosofias, garantindo a liberdade de expressão e isonomia a todos. Conceito de laicidade:

“A Laicidade garante a todo o indivíduo o direito de adotar uma convicção, de mudar de convicção, e de não adotar nenhuma.
 A Laicidade do Estado não é portanto uma convicção entre outras, mas a condição primeira da coexistência entre todas as convicções no espaço público. A laicidade é antirreligiosa? De modo algum. Pode ser-se crente e laico, como se pode ser socialista ou liberal e democrata. A Laicidade não é irreligião: ela oferece a melhor proteção às confissões minoritárias, pois nenhum grupo social pode ser discriminado.
A existência ou a inexistência de um deus são duas hipóteses igualmente inverificáveis do ponto de vista da razão, e igualmente inúteis para a gestão do interesse público. Indiferente e incompetente em matéria de doutrinas e crenças, o Estado laico só se ocupa do que releva do interesse público.”[1]

Fobia é a palavra do momento: homofobia, claustrofobia, antropofobia (medo de pessoas ou da sociedade), biofobia (medo da vida), aracnofobia, catsaridafobia (medo de baratas), hidrofobia. A lista é extensa, mais de 100 catalogados. Mas sugiro mais duas: laicofobia e evangelhofobia.

Os que Reinaldo Azevedo chama de tolerantes intolerantes, são piores que os intolerantes tolerantes, pois, os primeiros, vestem uma máscara, se dizem da paz e do diálogo, mas se alguém discorda, esse alguém é execrado pela pseudo-aceitação tolerante. Com sua postura preconceituosa e antirreligiosa mostram suas garras laicofóbicas. Tal distúrbio caracteriza-se pelo medo da democracia, pois, democracia não é governo onde a maioria subjuga as minorias, mas um governo onde todos tem voz. Veja como o ser humano é curioso, os laicofóbicos se acham paladinos da laicidade do Estado, mas não aceitam a diferença, fogem das contradições, ao invés de discutir os contrários, tentam apagá-los, ridicularizando e calando-os sem que seus opositores intelectuais falem nada. Isso os torna piores que aqueles que criticam.

Os evangelhofóbicos também são interessantes, dizem que respeitam a religião dos outros, mas evitam tocar no assunto. Você os ouve falar de Cícero, Sêneca, Idade Média, Renascimento, Charles Darwin, Karl Marx, Freud e clássicos da Literatura, você gosta, quer saber mais, porém, eles falam como se tudo que existisse fosse somente sua filosofia, doutrinam-no como numa catequese de primeira comunhão da igreja, mas se você fizer uma simples menção de Jesus, se citar um texto bíblico apenas, e falar de alguma beleza e aspecto fascinante da literatura das escrituras cristãs, você é considerado proselitista que está querendo convencê-lo a converter-se. Ou seja, dois pesos e duas medidas.

Ah sim, você acha que não se pode comparar grandes nomes do conhecimento humano e literário com as escrituras cristãs? Estamos empatados, também acho que não, a Bíblia e Cristo são incomparavelmente maiores que qualquer filosofia e literatura. E nem por isso deixo de respeitar e fascinar-me com o que a mente humana produziu de maravilhoso ao longo dos séculos e ainda produz nas artes, filosofia, ciências, cinema, quadrinhos, literatura, teatro, música, astronomia, etc.

Fanáticos estão somente nas religiões? Absolutamente que não! Sou religioso e sinto vergonha do que muitas figuras gospels fazem usando a fé dos ignorantes para construção de seus impérios. Mas na academia, nas universidades, no ateísmo, entre os politizados e escolarizados também há muito fanatismo. Gostaria que fosse verdade que fanatismo existisse somente no meio religioso, seria mais fácil até para ajudar os religiosos que são bitolados que entregam seus cérebros para que manipuladores os lavem.

Homofóbicos e evangelhofóbicos são laicofóbicos, ambos, constituem-se grandes inimigos da democracia. São pacíficos, tolerantes e amáveis… desde que concordemos com tudo o que eles dizem e a respeito de seu ensino digamos: “obrigado por abrir meus olhos, não sei como vivi sem isso antes”. Estou dizendo que todos religiosos e não religiosos são assim? Evidentemente que não. Conheço pessoas dos dois grupos que realmente são tolerantes, pacíficas e amáveis, mesmo quando confrontadas.
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  1. Quem Edir Macedo apoia? Dilma Rousseff e Edir Macedo

Dito isto, vamos a política. Voto em Marina Silva. Na minha opinião é a melhor preparada, em quem confio, com histórico político ilibado com grandes lutas e ideias a favor do brasileiro. Tudo que se diz a respeito de sua pessoa não é sobre algo errado ou questionável que tenha feito, mas, em possíveis erros que pode cometer no futuro, ou seja: suposições; e a maioria por questões éticas; mesmo ela sendo contra e a favor em vários assuntos, como política está aberta ao diálogo. A questão dessa confusão entre a Marina política e Marina religiosa, é uma celeuma criada em torno de sua imagem que não corresponde com a realidade, o que gera mentiras e enganos a seu respeito. O PT está se superando em fazer a campanha mais suja da história atacando sua principal concorrente. Outra campanha como essa somente em 1989, quando Collor e a Globo mancomunaram-se para derrubar Lula.

Inúmeras vezes vi Marina dizendo que, apesar de suas convicções religiosas, vai governar para todos tomando decisões democraticamente, pois, não é candidata a pastora de igreja, mas presidente de uma nação que precisa ser laica, e como cidadã e Presidente íntegra e dedicada quer contribuir com a sociedade e a distinção entre religião e estado. Dizem que Marina vai governar segundo seus princípios religiosos, discordo, essa fala pode ser ódio tolerante. Vejamos outro lado da moeda, sobre militantes antirreligiosos e proselitistas religiosos, alguém que conhece bem e tem voz nos dois lados, pode intermediar o diálogo nessa briga estúpida no Brasil, que tende agigantar-se a cada ano e eleição.

Entre os candidatos que mais tem chances nas pesquisas é a que mais defende o Estado laico. Inclusive entre os evangélicos, boa parcela não a apoia, criticam-na duramente por “ter traído o movimento”. Converse com alguns evangélicos pentecostais e neopentecostais (que são maioria no meio) e certifique-se disso. E aqui identifico o problema, o que a grande massa evangélica manipulada faz e fala (não todos evidentemente) gera medo nos eleitores mais conscientes, medo que a Marina também seja mais uma dessas que são manipuladas por Malafaia, por exemplo. Sem contar que alguns grupos evangélicos escolhem seu candidato por negociatas, como o caso do Edir Macedo apoiar Dilma e usar jogo sujo em sua campanha a favor da petista e contra Marina.

Sejamos honestos, se a Marina ganhar, Silas Malafaia não será ministro nem terá nenhum cargo, mas se Dilma ganhar, a Record estará mais próxima de ser a principal rede de TV do Brasil, continuará ganhando rios de dinheiro vendendo programas caríssimos a sua própria igreja de madrugada, e alguns dos fantoches do Macedo ocuparão cargos importantes no governo. Vide quem foi o penúltimo ministro da Pesca e Aquicultura nesse mandato do PT 2012/14 ocupado pelo candidato ao governo do Rio, Marcelo Crivella, bispo da Igreja Universal e sobrinho de Edir Macedo.

E porque você acha que a Igreja Universal apoia Dilma? Se a candidata do PSB mudasse de opinião de acordo com os votos das massas, será que não teria o apoio do comerciante da fé Macedo? Ora, seria mais fácil para os dois, afinal são evangélicos. Quem na verdade muda de posição e dança conforme a música gospel, Dilma ou Marina?

O assunto religião covardemente é o que mais se pergunta a candidata Marina, pois sabem que isso pode derrubá-la, e se ela disse que é contra o aborto por questões religiosas, mesmo assim, isso não significa que vai governar segundo tais convicções, afinal, ter posições éticas baseadas em religião, é legítimo e faz parte do estado democrático.
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  1. Corrupção é o ato de ir se deteriorando 

Porque discordo quando Dilma diz que seu governo foi quem mais combateu a corrupção e por isso, mais escândalos foram descobertos em seu governo? Por que esse discurso de dizer que “foi quem mais combateu a corrupção” foi milimetricamente elaborado pelo marqueteiro João Santana e não condiz com os fatos? Por definição a palavra corrupção é:

  1. ato ou efeito de corromper;ferrugem_no_barco_1
  2. ação de decompor ou deteriorar;
  3. devassidão de costumes;
  4. alteração das propriedades originais de alguma coisa.

Ou seja, a corrupção começa pequena e vai aumentando, tente a piorar a cada dia, ano, governo. Me entristece ter que concordar com Eça de Queirós: “políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo”. Algumas exceções mantêm as propriedades originais do que é ser político, os respeito e admiro muito.[2]

Seguindo esse raciocínio, se o partido da Marina estivesse a doze anos no poder, caso candidatasse à reeleição, eu seria contra, para o bem dela e do Brasil. É deprimente ver a presidentA em exercício dando entrevistas, gaguejando, falando bobagens, e tentando justificar o injustificável, seu governo é o mais corrupto da história, não digo ela, mas doze anos de apenas um partido no poder, dá para fazer um rombo “internacional”, a Petrobrás que o diga.

Partindo desse princípio novamente, para o Lula é até melhor a Dilma perder essa, para na próxima ele voltar, mas se a candidata petista ganhar de novo, ficará mais difícil ao nosso “querido” Lula retornar, pois, ficará cada dia mais difícil justificar o injustificável.

O caso do programa de governo e a questão da “mudança de opinião” da Marina quanto ao casamento homoafetivo, não sejamos tão duros, ela foi a única candidata dos três maiores, que pôs a cara para bater, e lembrem-se, ela veio de outro partido, portanto, é compreensível haver divergências no plano de governo entre os dois partidos, e essa alteração do plano e, na sequência Silas Malafaia falar não seria difícil de acontecer, afinal, ele gosta de falar.

Inclusive em tempos passados Malafaia criou divergências com Marina, e esta, não arredou o pé. O histórico da candidata do PSB não corresponde com uma pessoa fraca que muda de posicionamento de acordo que benefícios eleitoreiros, pelo contrário, renunciar a um Ministério do Meio Ambiente não é para qualquer um. Só o fato de ser a ÚNICA entre Dilma e Aécio publicar seu programa de governo já deveria encerrar a discussão, pois, como pode uma pessoa pretender governar um país e não dizer aos eleitores como o fará? E nós ainda escolhendo entre os três? Não! Escolha outro que discute as questões que precisam serem discutidas.

Qual o problema de um cidadão com convicções religiosas ser presidente? Geisel foi luterano, Fernando Henrique ateu, Lula católico, etc, quase todos tinham posições religiosas parecidas com as de Marina. Mil vezes uma cristã laica como presidente que não se dobra à Edir Macedo, Silas Malafaia, políticos aproveitadores, que Dilma Rousseff, que faz aliança com Macedo. O Ministério da Pesca já foi, quais serão os próximos? A coisa pública e neopentecostal está deteriorando e esfacelando-se, nunca estivemos tão perto de um estado laico tão distante. Eles estão batendo a tarrafa, abra o olho meu amigo e minha amiga laica.
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  1. Casca de banana e rasteira winehouse

A Dilma (entenda equipe de marketing do PT) cresceu nas pesquisas nas últimas semanas colocando estrategicamente cascas de bananas e dando rasteira na Marina. Plano de governo que é bom, nada. Explicar porque estamos em recessão, nada. Explicar porque a inflação subiu tanto, nada. Explicar porque outros países desenvolvidos e outras nações emergentes crescem e nós não crescemos esse ano, nada. Colocar a culpa na “crise internacional”, tudo. Aí fica fácil, o que dá certo, louros para a presidente, o que deu errado, a culpa é da crise internacional? Pode isso Arnaldo?

Um amigo me disse que estou correndo risco em defender a Marina, mas pergunto, quem não está? Somente os eleitores da Dilma não correm esse risco, pois, sabemos que seu governo e partido nos traiu, como bem foi dito no podcast Telhacast (ouça aqui). Marina não pode provocar uma revolução, concordo, mas isso não pode ser promovido por nenhum político, a revolução deve vir debaixo para cima, do povo para os políticos, e não o contrário. Para uma revolução, sugiro, uma nova educação, que é mais que uma nova política, mas ai voltamos ao mesmo ponto, uma nova educação depende de uma nova política. E nesse caso, Marina, novamente é a melhor opção no sentido de fazer mais pela educação, confira seu HISTÓRICO e PROPOSTAS.

Ouvi uma pessoa opinando que Marina é a melhor opção, mas não vai votar nela porque “acha” que vai ter problemas de saúde devido a exigência do cargo e por isso será afastada. Quanto a isso nem comento, quero manter o nível do debate.

Devido a todo o cenário sujo e podre do sistema político do Brasil, Marina não é salvadora da pátria, não vai resolver todos os problemas – nem ninguém resolverá em quatro anos, somente o povo através de uma nova educação pode fazer isso, é um trabalho para décadas, que deve começar agora.
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  1. Isaac Newton e Juscelino Kubistchek 95A9C_1

Quem começou com as bolsas e criou o conceito foi o PSDB no governo Fernando Henrique Cardoso, o Lula, politicamente, manteve e expandiu-o, e oportunamente, requereu a geração e criação para si. Quem estabilizou a economia com o Plano Real e deu condições do país retomar a onda de crescimento e prosperidade e deu poder de compra das classes C, D e E foi o governo do PSDB com Fernando Henrique. O Lula apenas inteligente e oportunamente manteve algumas coisas, expandiu outras e requereu a geração e criação para si, e a Dilma usa os dois para dizer que fez alguma coisa.

Outra coisa que admiro na Marina é sua coragem em falar de coisas boas que o PSDB do governo Fernando Henrique fez, e, o que o PT do governo Lula fez de bom. Gostaria de ver a Dilma num debate responder uma pergunta: “Presidente candidata, o PSDB fez algo de bom? Fale dois minutos sobre as qualidades do PSDB.” Resposta: “cri… cri… cri.” Ou seja, não sai nada. Porquê? Porque tem medo de reconhecer o que outros governos fizeram de bom.

A escrita começou ser desenvolvida 3.000 a.C., a roda veio em 2.400 a.C., o alfabeto 1.900 a.C., as embarcações 1.500 a.C, as primeiras polis gregas em 800 a.C, a primeira biblioteca em 700 a.C[3], as grandes navegações no final do século XV da nossa era, a imprensa em 1.495, Galileu confirmou conhecimentos anteriores a ele que a Terra era redonda em 1.564, a primeira constituição no Brasil em 1.824, tudo isso e muitíssimo mais foram contribuições e conhecimentos adquiridos, acumulados e aproveitados a centenas de mãos e cérebros ao longo dos séculos e milênios.

Responda-me, se fosse para de quatro em quatro anos zerar todo o conhecimento tecnológico, científico e humano e começasse tudo de novo, onde estaríamos hoje? Administração pública no Brasil é assim. Políticos e militantes partidários com essa postura são como membros de seitas sectárias que dizem e brigam pelo que dizem: “nós não erramos em nada, nossos inimigos erram em tudo, vamos acabar com eles”. É nesse tipo de político que você confia? Imagine Isaac Newton falando mal de Copérnico, Stephen Hawking jogando os livros de Johannes Kepler no lixo, Juscelino Kubitschek negando os feitos históricos de D. Pedro II. Pois no Brasil contemporâneo é assim, somos meninos mimados chorando a falta (ou excesso) de chupeta. Deprimente.

Uma das maiores misérias das políticas públicas em nossa nação (além da corrupção) é: um desfazendo tudo que o anterior fez e começando tudo de novo, um desfazendo tudo que o anterior fez e começando tudo de novo, e assim sucessivamente. Dessa maneira não dá amigos, assim não temos memória de administração pública, assim não construímos identidade. Enquanto elegermos políticos que não continuam o que de bom seu antecessor fez para também corrigir seus erros, nunca iremos evoluir, sempre um passo a frente, dois para trás. E ainda para propagandear o passo para frente, gasta-se bilhões em publicidade e para reconhecer erros, ninguém sabe de nada.
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  1. Igrejas pagando impostos e governo cuidando do povo 

meninasNão sou militante da Marina, não pedi um voto para ela e nem pedirei, apenas espero que respeitem minha opinião e ponderem-na, assim como, vejo uma enxurrada de opiniões no convívio e redes sociais, sejam petistas, peessedebistas, direita conservadora, peemedebistas, esquerda radical, muitas destas não corresponderem ao que penso, nem por isso deixo de ouvir e aprender com muitos, afinal, a melhor forma de respeitar é ouvir, e, a melhor maneira de desrespeitar é ser indiferente. Não é ruim posições aparentemente irreconciliáveis, pelo contrário, isso pode ser saudável, porém, as maiores discórdias, quer políticas, religiosas ou quaisquer outras, nascem porque as pessoas não se ouvem, apenas “se falam” de si para si mesmas.

Por fim, quem quer que ganhe, que Deus abençoe a todos: candidatos eleitos/não eleitos e eleitores em desesperança. Que religiosos e ateus tenham boa convivência; aproveitadores da fé e manipulados acordem; religiosos e homossexuais militantes se entendam e saibam que tolerar não é concordar, mas tolerância é fundamental; laicofóbicos e evangelhofóbicos aprendam a conviver com os diferentes; que as igrejas e religiões paguem impostos, que desprendamo-nos do dinheiro e digamos a sociedade que isso não é mais importante, afinal, a arrecadação dos impostos será usada pelo governo de uma forma justa que diminua o sofrimento do povo; os assassinos e quaisquer perseguidores de grupos sociais sejam capturados, julgados e presos; os bandidos políticos que roubam o dinheiro do povo, usurpam o direito e o sangue da população e matam milhares de pessoas por não oferecer segurança, saúde e educação vão para a cadeia. Impossível? Também acho, oscilo entre descrença e esperança todos os dias. Mas podemos melhorar, disso não tenho dúvidas…

© Lucianno Di Mendonça
www.plurais.net

[1] http://www.laicidade.org/documentacao/textos-criticos-tematicos-e-de-reflexao/aspl/ acessado em 30/09/2014
[2] Artigo de opinião onde falo da Copa do mundo no Brasil: https://plurais.net/2014/06/22/o-circo-dos-circos/
[3] Datas aproximadas

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